domingo, 26 de agosto de 2012

As 10 maiores reservas de ouro do mundo.

Estados Unidos lideram a lista e Brasil aparece em 51º lugar.

Os donos do ouro

São Paulo – Embora o primeiro lugar no ranking das maiores reservas de ouro do mundo seja dos Estados Unidos, a Europa emplacou o maior número de países no Top 10 da lista. Os dados foram copilados pelo World Gold Council, que divulgou nesse mês sua atualização anual das reservas do metal pelo mundo.
O Brasil aparece apenas no 51º lugar do ranking, atrás inclusive de outros países da América Latina. O primeiro representante da região a aparecer na lista é a Venezuela, no 15º lugar, com reservas de 365 toneladas.
Clique nas fotos e conheça as 10 maiores reservas de ouro do mundo.
Os donos do ouro

1º) Estados Unidos

A reserva de ouro estimada dos Estados Unidos é de 8,133 mil toneladas. O metal corresponde a 75,1% das reservas internacionais do país. Nesse segundo quesito, alguns países superam os Estados Unidos. Portugal, por exemplo, tem uma reserva de ouro bem menor, de 382 toneladas, mas que correspondem a 89,9% das reservas internacionais. Na Grécia, o metal corresponde a 82,3% das reservas internacionais do país.

 1º) Estados Unidos

2º) Alemanha

Com um estoque bem menor que o dos Estados Unidos, a Alemanha tem a segunda maior reserva de ouro do mundo, estimada em 3,395 mil toneladas. Esse montante equivale a 71,9% do total das reservas internacionais do país.2º) Alemanha

3º) FMI

O terceiro lugar quebra o padrão e não é ocupado por um país. A terceira maior reserva de ouro do mundo está nos cofres do Fundo Monetário Internacional (FMI), que guarda 2,814 mil toneladas do metal. Outro dono de ouro bem posicionado que não é país é o Banco Central Europeu, que fica em 12º lugar do ranking.
3º) FMI

4º) Itália

Com 2,451 mil toneladas de ouro guardadas, a Itália tem a quarta maior reserva do mundo. O metal também tem um papel relevante nos cofres do país e corresponde a 71,3% das reservas internacionais.
 4º) Itália

5º) França

Encostada na Itália, a França tem a quinta posição, com 2,435 mil toneladas de ouro guardadas. O estoque, em valor financeiro, corresponde a 71,6% das reservas internacionais do país.5º) França

6º) China

O primeiro representante asiático a aparecer na lista é a China, que com suas 1,054 mil toneladas de ouro, ocupa o sexto lugar do ranking. A representatividade total nos cofres, porém, é pequena. O valor guardado em ouro responde por apenas 1,6% das reservas internacionais chinesas.
 6º) China

7º) Suíça

Com pouca diferença para as reservas da China, a Suíça fica na sétima colocação, com estoques de 1,040 mil toneladas. Esse montante equivale a 14,2% das reservas internacionais do país.7º) Suíça

8º) Rússia

O segundo BRIC a aparecer no Top 10 é a Rússia, em oitavo lugar, com reservas de 918 toneladas, equivalente a 9,2% das reservas internacionais do país.8º) Rússia

9º) Japão

Mais um representante asiático aparece na lista. O Japão é o nono colocado, com 765 toneladas de ouro guardadas. Esse volume, quando convertido para dólares, equivale a 3,1% das reservas internacionais do país.
 9º) Japão

10º) Países Baixos

As reservas de ouro dos Países Baixos somam 612 toneladas, 60,2% das reservas internacionais.
 10º) Países Baixos

51º) Brasil

As reservas brasileiras aparecem apenas no 51ª posição. O Brasil tem 33 toneladas de ouro guardadas, equivalente a 0,5% das reservas internacionais. A maior parte das reservas brasileiras está em moedas de outros países, com 366,965 bilhões de dólares, segundo dados do Banco Central.
 51º) Brasil

As 10 cidades mais caras do mundo para se viver

Tóquio é líder em custo de vida e São Paulo e Rio de Janeiro estão entre as 15 cidades mais caras do mundo, segundo estudo da Mercer. 

Custo de vida

São Paulo – As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro continuam entre as mais caras do mundo para um estrangeiro viver, segundo o ranking elaborado para consultoria Mercer.
Apesar de terem caído de posição em relação à última edição da pesquisa, as cidades são, respectivamente, a 12ª e a 13ª mais caras para se viver e são líderes em custo de vida na América Latina.
O ranking é elaborado levando em conta preços de mais de 200 itens em cada cidade, incluindo alimentação, transporte e moradia.
Clique nas fotos para conhecer as 10 cidades mais caras do mundo para se viver.

 Bairro Vila Nova Conceição, em São Paulo

1º: Tóquio, Japão

Posição em 2011:
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: 4.848 dólares
Xícara de café: 8,29 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 7,34 dólares
Jornal diário internacional: 6,38 dólares
Refeição fast food: 8,29 dólaresA avenida Aoyama em Tóquio à noite

2º: Luanda, Angola

Posição em 2011:
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: 6.500 dólares
Xícara de café: 3,90 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 2,38 dólares
Jornal diário internacional: 5,46 dólares
Refeição fast food: 19,94 dólares

 Luanda, capital de Angola

3º: Osaka, Japão

Posição em 2011:
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: 3.062
Xícara de café: 7,02 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 6,85 dólares
Jornal diário internacional: 6,38 dólares
Refeição fast food: 8,29 dólares
 Osaka, no Japão

4º: Moscou, Rússia

Posição em 2011:
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: 4.200
Xícara de café: 8,37 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 3,67 dólares
Jornal diário internacional: 9,78 dólares
Refeição fast food: 6,70 dólares
 Moscou (Rússia)

5º: Genebra, Suíça

Posição em 2011:
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: 4,818
Xícara de café: 6,57 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 7,46 dólares
Jornal diário internacional: 4,38 dólares
Refeição fast food: 12,59 dólaresGenebra, na Suíça

6º: Zurique, Suíça (empate)

Posição em 2011:
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: 3.614
Xícara de café: 6,02 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 7,38 dólares
Jornal diário internacional: 4,38 dólares
Refeição fast food: 12,59 dólares
 Zurique, na Suíça

6º: Cingapura (empate)

Posição em 2011:
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: 3.588
Xícara de café: 5,18 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 6,55 dólares
Jornal diário internacional: 3,59 dólares
Refeição fast food: 5,66 dólares
 Cingapura

8º: N’Djamena, Chade

Posição em 2011:
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: não disponível
Xícara de café: 3,32 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 6,55 dólares
Jornal diário internacional: 6,85 dólares
Refeição fast food: 25,18 dólaresCidade de N’Djamena, em Chade

9º: Hong Kong

Posição em 2011:
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: 7.092 dólares
Xícara de café: 6,83 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 8,36 dólares
Jornal diário internacional: 3,61 dólares
Refeição fast food: 3,54 dólare10º Hong Kong

10º: Nagoia, Japão

Posição em 2011: 11ª
Aluguel mensal de um apartamento de luxo: 2.551 dólares
Xícara de café: 6,38 dólares
Um galão de gasolina (3,7 litros): 6,70 dólares   
Jornal diário internacional: 6,38 dólares
Refeição fast food: 8,42 dólares


Nagoia, no Japão


As 10 melhores cidades para se viver, segundo ranking do grupo Economist.

Nova lista tem causado debates. Hong Kong é a melhor do mundo para se viver? Berlim cai no ranking por ser uma cidade isolada? Confira como julgar qualidade de vida. 

Novo olhar

São Paulo - O braço estatístico do grupo que edita a prestigiada revista The Economist, Economist Intelligence Unit (EIU), lançou mais um ranking com as cidades que oferecem melhor qualidade de vida para seus habitantes.
Até a edição de 2011, Canadá e Austrália lideravam o Top 10. Mas este ano a EIU resolveu inovar no método. E deu Hong Kong em primeiro.
Hong Kong? Sim, a metrópole chinesa, conhecida por ostentar uma névoa de poluição, ganhou de capitais europeias que os brasileiros adoram visitar. Até o editor-sênior da EIU considerou o resultado uma “surpresa”.
Tudo porque, na tentativa de aperfeiçoar o sistema, a EIU adicionou sete novos indicadores pensados pelo arquiteto e urbanista Filippo Lovato. Eles são: espaço verde, poluição, isolamento (a existência de outros centros urbanos por perto é considerada positiva), conectividade (linhas aéreas envolvendo a cidade), expansão (quanto mais compacta, melhor para locomoção), bens naturais (mares e rios a até uma distância de 100km) e bens culturais (proximidade aos declarados Patrimônios da Humanidade da Unesco).
São Paulo e Rio de Janeiro, as duas brasileiras entre as 70 cidades listadas, só aparecem nas 36ª e 42ª posições, respectivamente.
Clique nas imagens e confira as cidades onde todos deveriam, em tese, sonhar em viver. As notas de avaliação vão de 0 a 100, mas alguns indicadores são medidos de 1 (melhor) a 5 (pior). EXAME.com destacou em verde em que quesito cada localidade se sai melhor e em vermelho no qual vai pior quando comparada à concorrência.
 Cidade de Toronto

 

1º - Hong Kong

Índex final: 87,8
Espaço verde – 1,2
Expansão – 1
Bens naturais – 1,3
Bens culturais – 4
Conectividade – 2,3
Isolamento – 1,3
Poluição – 3
Estabilidade – 95
Saúde – 87,5
Cultura e meio ambiente – 85,9
Educação – 100
Infraestrutura – 96,4

10º Hong Kong

2º - Amsterdã (Holanda)

Índex final: 87,4
Espaço verde – 1,7
Expansão – 3
Bens naturais – 1,3
Bens culturais – 2
Conectividade – 1,3
Isolamento – 4,3
Poluição – 1,5
Estabilidade – 80
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 91,7
Infraestrutura – 96,4

Rua de Amsterdã

3º - Osaka (Japão)

Índex final: 87,4
Espaço verde – 2,8
Expansão – 2,8
Bens naturais – 2,7
Bens culturais – 2
Conectividade – 2,3
Isolamento – 2,5
Poluição – 2
Estabilidade – 90
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 93,5
Educação – 100
Infraestrutura –96,4

Osaka

4º - Paris (França)

Índex final: 87,4
Espaço verde – 1,2
Expansão – 3,2
Bens naturais – 2,3
Bens culturais – 3
Conectividade – 1,3
Isolamento – 3,8
Poluição – 2,5
Estabilidade – 85
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 100
Infraestrutura – 96,4

Torre Eiffel, em Paris

5º - Sydney (Austrália)

Índex final: 86
Espaço verde – 1,3
Expansão – 4,3
Bens naturais – 2
Bens culturais – 4
Conectividade – 2,3
Isolamento – 4,5
Poluição – 1
Estabilidade – 90
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 94,4
Educação – 100
Infraestrutura – 100

Sydney

6º - Estocolmo (Suécia)

Índex final: 86
Espaço verde –2,3
Expansão – 3,2
Bens naturais – 2
Bens culturais – 2
Conectividade – 2
Isolamento – 5
Poluição – 2
Estabilidade – 95
Saúde – 95,8
Cultura e meio ambiente – 92,2
Educação – 100
Infraestrutura – 96,4

Estocolmo, Suécia

7º - Berlim (Alemanha)

Índex final: 85,9
Espaço verde – 1,3
Expansão – 4,5
Bens naturais – 1,7
Bens culturais – 1
Conectividade – 2,5
Isolamento – 4,8
Poluição – 2
Estabilidade – 85
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 91,2
Infraestrutura – 96,4

Pessoas de bicicleta em Berlim

8º - Toronto (Canadá)

Índex final: 85,4
Espaço verde – 1
Expansão – 4,5
Bens naturais – 4
Bens culturais – 5
Conectividade – 1,8
Isolamento – 3,8
Poluição – 1
Estabilidade – 100
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 100
Infraestrutura – 89,3

Toronto, Canadá

9º - Munique (Alemanha)

Índex final: 85,1
Espaço verde – 1,2
Expansão – 2,5
Bens naturais – 1,3
Bens culturais – 4
Conectividade – 1,5
Isolamento – 5
Poluição – 2
Estabilidade – 85
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 91,7
Infraestrutura – 89,3

Munique

10º - Tóquio (Japão)

Índex final: 84,3
Espaço verde – 3,3
Expansão – 2,7
Bens naturais – 3,3
Bens culturais – 5
Conectividade – 1,3
Isolamento – 3
Poluição – 1,5
Estabilidade – 90
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 94,4
Educação – 100
Infraestrutura – 92,9

Tóquio

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